Na Entrevista Que abre o CatálOgo do macam, o Museu Que Ofreceu à Cidade de Lisboa, Armando Martins Confessa que o ColeCionismo “É Uma Droga. ‘Depois Logo se vê’, por vezes éscil ”. Na mesma entrevista, o colecionador relata o percurso das suas aquisições: primeiro, como reflexo do gosto pessoal e baseadas em peças com as quais convivia no quotidiano (“de início, quando comprava uma obra, colocava-a em casa e quando chegava, à noite, ia OLHAR PARA ELA, IA CRIRDO A RELAÇÃO ”), um Partir de Certa Alta, com uma pré -ocupaça de ter um conjunto de conjuntos, sem essencial, da Pintura do Século xx Português.
Como Lembra Ainda no Catálo um Diretora do Macam, Adelaide Ginga, um Museu da História do Museu Está Profundamento Entrelaçada com a Das Coleza. Portugal é, contudo, um Este propósito, um triste exemplar: um paus que combina um estado que relega para o fim da lida de prioridade uma cultura e que temem uma tradição em relação à investigação de investigação privada.
Por si só, este quadro de pobreza cultural estrutural deveria ser motivo para reconhecer com entusiasmo um projeto que, na sociedade portuguesa, se apresenta como uma excentricidade: um privado que disponibiliza a sua coleção para fruição pública, num espaço construído com capitais Próprios e que o Faz Garantindo que se trata, de fato, de um museu (com Direção Autônoma, Verba para Aquisições, Serviços Educativos). Mas de CadA Vez queu de um Museu de U um colecionador, é mais do que éo que é está em causa.
Um museu de arte contemporão Dessa Perspetiva, uma atitude de Armando Martins Enquanto ColeCionador Não é Singular. AFINAL, O ATO DE COLECIONAR ENDRA UM CONJUNTO VASTO DE Questões, Onde Se Cruzam Intimidade E Quotidiano do ColeCionador com Temas Sociais e Políticos Mais Vastos. Talvez uma possibilidade de Olhar para o mundo a parte de uma visão em particular seja o mais relevante quando percrutramos uma coleção que vomçou um ser formada com base no Gosto Pessoaal.
Walter Benjamim, Que nos deixou reflexões Esparsas e inacabadas Sobre o colecionismo, Reconhecia na pulsão Incontrolável para colecionar uma tentativa de Ordenar o Mundo, De preservador uma Memória do “queii” e Articulál Um obsessão do colecionador, Que adquire peças sem qualquer Propósito utilitário, para depois dessenvolver uma relação solitália com estas, correspondem, tambés, um pouco de esporain don filososoosooSo, o mais estética, ética e política num só gesto, mais intuitivo do que reflexivo e que contraria os “paraísos artificiais”.
Quando um Museu Abre, Temos Boas Razões para Suspender O Pessimismo e Ficarmas Esperancososos. Com Mesmo Espanto Que, Noss Dias de Abertura do Macam, Armando Martins Revelava Perante como Pessoas que Acumulavam para VER OS Seus Quadros do Passado Nas Paredes de Um Edifício Reabilitado. Um Espanto Que Reenvia para o Mantra de Reminiscências Bíblicas, Repetido num Filme de Que Guardo Uma Memória Fragmentada, Em Que um Agricultor (Kevin Costner), Contra Toda A Prudin, Sonha Construir UM CAMPO NO BASTOBO NO Regressem para Jogar Uma Última Vez: “SE construres, Eles Virão”. Como as glórias do ApareCeram passado.
Ó AUTOR ESCREVE SEGUNDO O NOVO ACORDO ORTOGRÁRICO