A lei do “direito ao esquecimento” está em vigor há três anos, mas continua sem regulamentação, o que dificulta o acesso a seguros e créditos pelas pessoas que superaram ou mitigaram doenças graves e deficiências. Agora, o Governo garante que vai iniciar a sua parte das regras deste mês e terminá-la até ao final do ano, para, entre outros aspectos, criar uma grelha de referência dos termos e prazos mais adequados aos doentes consoante a patologia.
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